O contato com esse conhecimento que antes, era transmitido por alguém que "o domina" será um objeto a ser produzido, ainda não está pronto. Pois o conhecimento/objeto a ser alcançado sempre chegará ao outro com uma função, algum fato novo deveria acontecer a partir do contato com o que acaba de chegar. Os meios para se alcançar o que se espera é q precisa mudar. Espera-se envolvimento prazeroso com tal conhecimento, mas não se constrói(o responsável) o trajeto com prazer. Creio que a leitura do livro "Por que ensino o que ensino ?" conduzirá-me por caminhos que serão úteis para responder algumas questões até então confusas. Algumas que nos lançamos a responder baseados em fatos diversos, mas que nenhum deles comportam, dão conta do que realmente acontece nas "falhas durante a transmissão do conhecimento". E falhas que percebemos a partir das respostas/atitudes do aprendiz. Aquele que pretendo envolver no que ensino (inglês) precisa ser tocado. Como isso acontecerá? Começo a compreender por onde a autora ME CONDUZIRÁ.
"tocar o outro em sua relação com o significante...(p 48)
A compreensão até então do que a autora me apresenta tem, realmente, funcionado como "placas" que sinalizam uma nova compreensão. Um pensamento novo acerca da relação com o que ensino. A relação que tenho com o significante, inevitavelmente, será CHAVE para abrir ou fechar portas.
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