domingo, 10 de julho de 2011

Aos combatentes de Vespasiano , São José da Lapa e Lagoa Santa

Estamos travando um bom combate. Gostei da manifestação de ontem( 06-07-2011). O saldo foi positivo.
Mas até quando né? Não é fácil brigar com quem tem o PODER nas mãos...
O Poder sendo usado em benefício de poucos. A massa, o povo, de acordo com as atitudes de nossos políticos, deve estar sempre "sem nada"...sem o essencial....EDUCAÇÃO saúde E segurança;;; pois se eles trabalhassem de acordo, de forma q a população ficasse satisfeita....
Quais argumentos eles usariam nas campanhas??? Deixando o "povo com fome"....eles estarão sempre a espreita para lhe oferecer "qualquer coisa"...qualquer coisa mesmo...que sacie a fome nem que seja por tempo breve. Eita povinho que se deixa enganar... (aqui, só sinta-se ofendido aquele que se deixar enganar MESMO!)é esse do nosso País.
Bom chega de chorar as mazelas de nosso país...
Vamos a luta...pois fazemos parte dos combatentes....
Os que travam o bom combate...
Vá lá no BLOGDOEULER lá nos é permitido saber os últimos e passados acontecimentos sobre nossa JÁ HISTÓRICA GREVE ...



Um salve ao combinado de letras...de palavras..A LEITURA, A ESCRITA...!!!!
As palavras me permitem..não sei até onde vou...só sei que com elas, as palavras, eu caminho vou longe... Vamos lá?
UM ABRAÇO!!

sábado, 9 de julho de 2011

Continuar é preciso!

Educadora Mineira:

Reflexão para continuarmos em frente: "Quem perde seus bens perde muito; quem perde um amigo perde mais; mas quem perde a coragem perde tudo."- Miguel de Cervantes


Fonte: BLOGDOEULER

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Uma parte do meu percurso...

E no meio do caminho... EDUCONLE 2006,2007 (...) e EDUCONLE –continuAÇÃO em 2011.


Inicialmente é importante dizer que a língua inglesa, desde meus primeiros anos escolares, foi alvo de meu interesse. Tenho até hoje, guardado com carinho meu primeiro dicionário. E o guardo, já bem deteriorado, por me reportar a minha vida estudantil. Quem não gosta de boas lembranças? Ainda mais quando temos objetos que as materializam? Enfim, estive em contato com essa língua através de vários cursos de inglês. Não dava continuidade por diversos motivos, entre eles posso citar a dificuldade em custeá-los. Quando retornava, certamente já seria outra instituição. Fiquei sempre no meio do caminho quanto a conclusão dos níveis propostos cada vez que efetivava minha matrícula.
Outro aspectos que merece destaque nessa breve narrativa sobre mim e a língua inglesa é o fato de, desde a minha infância, ser ávida por leituras. Lembro dos gibis que ganhava de meu pai e o quanto os considerava valiosos. Com a chegada da adolescência foram as fotonovelas. É certo que já não eram compradas por meu pai. E nem a falta da luz me impedia de lê-las, gostava tanto que providenciava vela para que minha leitura acontecesse. Lembro bem de minha mãe reclamando dessa minha atitude pois uma alta miopia já era minha companheira desde os sete anos. Então, como mãe alertava-me para o perigo de agravar esse problema. Mas, adentrava de tal forma naqueles” quadrinhos românticos” que só lembro da reclamação de minha mãe e da minha resistência. Nunca obedeci! Essa desobediência juvenil me proporcionou uma escrita sem grandes problemas. Pelo menos na escola até a faculdade não lembro de receber dos mestres reclamações devido a uma escrita confusa. A correção gramatical é um caso á parte, pois ainda hoje tenho minhas dúvidas. E acredito que sempre as terei.
Por que esse breve histórico antes de relatar minha efetiva relação com a língua inglesa? A partir desse gosto pela leitura e já o interesse por essa língua, pensava o quanto seria prazeroso então, ler em outra língua. Olhar para outro “combinado de palavras” e ainda assim realizar uma das coisas que mais gosto de fazer. E por que não dizer: essa compreensão me fazia orgulhosa de mim mesma. Iniciei minha leituras quando uma professora na faculdade relatou que essa atitude permitiu a ela maior aproximação com a língua inglesa. Quanto a mim, eu já prefiro dizer que ler trouxe-me intimidade e informações que as aulas jamais me permitiram. No entanto, como esse conhecimento nos exige muito mais que o ato de ler, continuei no meio do caminho. A faculdade não exigia e nem oferecia tanto quanto eu necessitava aprender. Esse fato não me impediu de receber meu diploma com habilitação para lecionar a língua portuguesa e também a língua inglesa.


Iniciei minha vida profissional enquanto ainda estudava, estava eu diante de meus alunos com muito mais dúvidas do que agora. Elas, felizmente, não deixam de existir e isso nos faz um eterno aprendiz. Isso me conduziu ao EDUCONLE. Lecionava a língua portuguesa e língua inglesa ao mesmo tempo até que surgiu a oportunidade de lecionar apenas o inglês. Como enquanto se ensina, inevitavelmente, se aprende. Aprendi imensamente nesse processo e posso afirmar sem receio de exagero: “meus alunos são, também, meus mestres. As perguntas que surgem durante as aulas, o interesse e também a falta dele me motivam a estudar. Há sempre aquela motivação presente: o que mais posso fazer para que meus alunos sejam atingidos positivamente pelo conteúdo que leciono? Razão maior da minha dedicação durante o EDUCONLE. Sempre insisti em ações pedagógicas que acrescentem algo mais do que o conhecimento de uma língua estrangeira.
A opção por lecionar apenas a língua inglesa vem, antes,de meu próprio interesse desde sempre por essa habilidade. Inicialmente, contentava-me em realizar leituras nessa língua, e certamente com o tempo o desejo em comunicar-me, compreender melhor tudo que envolve esse conhecimento. O curso Letras iria me proporcionar realizar tais anseios. No entanto, ao finalizar os quatro anos de estudos em uma instituição particular de ensino, percebi que igualmente aos outros cursos fiquei no meio do caminho. É aí que surge o EDUCONLE e o desafio maior: cumprir o que o projeto exigia. Entre tantas atitudes durante o curso, o que literalmente tirava-me o sono, e aqui não usarei aspas, pois era realmente o que acontecia. Isso deve-se a dificuldade, até hoje, quanto a fluência. Estou no caminho... O continuAÇÃO me ajuda a não ficar mais uma vez no “meio do caminho” no que se refere a busca desse conhecimento que iniciei lá na adolescência.
Reporto-me agora, novamente, ao ano de 2006 e 2007 quando iniciei o projeto Educonle, realmente o considero um marco importante. Observei que havia um número considerável de colegas que já possuíam uma certa fluência, e esse fato me preocupava ainda mais. Enfim, tinha conseguido passar no teste para freqüentar o curso e não desistiria tão fácil. Aliás, isso nem chegou a povoar meus pensamentos. O que me impulsionou foi mesmo a dificuldade, precisava s enfrentá-la. Não uso o termo superar porque, realmente, há muito o que fazer quanto ao meu objetivo nesse projeto, caminhar rumo a mais conhecimentos acerca da língua inglesa, entre eles a fluência. Posso afirmar sem nenhum receio de cometer exagero: atualmente, o que sou em sala de aula devo a minha participação no projeto. As exigências, as quais não eram poucas, supriram em parte o que, lá atrás, a minha faculdade não me proporcionou: aulas ministradas em inglês, uma extensa quantidade de textos e apresentação de trabalhos em inglês. O contato infinitamente maior com a língua estrangeira em estudo só foi possível a partir da minha presença no projeto. Envolvi-me intensamente nas propostas e, inevitavelmente, os resultados positivos foram experimentados também, em sala de aula. Os meus alunos foram diretamente beneficiados.

Posso dizer que meus alunos passaram a ter uma professora que passou a falar mais em inglês em sala e, ao mesmo tempo, desenvolveu estratégias que os convidava a fazerem o mesmo. Esse é só um dos aspectos, outros benefícios são vivenciados por mim e meus alunos. Outro fato que vale citar, durante o projeto fui motivada a direcionar uma atenção maior a “fala” dos alunos em relação as atividades, ou seja, uma avaliação. Foi muito proveitoso direcionar o trabalho, também, a partir da opinião deles. A satisfação ao “falar inglês” sempre era citada e intensifiquei as minhas ações quanto a essa habilidade. A partir disso, da satisfação, muito mais consegui em sala. Agora, retornar á UFMG e participar do continuAÇÃO, coloca-me novamente em um ambiente que me possibilita crescimento profissional e pessoal, pois não vejo como desvincular esses dois aspectos. A minha expectativa tem a ver com esse crescimento e as minhas atitudes enquanto aluna no projeto é que farão a diferença. A proposta é lançada pela universidade e cabe aos participantes engajarem com determinação. É o que tenho feito desde que iniciei em 2006, e foi no ano de 2007 que finalizei um trabalho com a seguinte expressão que muito bem me ajuda a terminar essa narrativa: I AM ON THE ROAD!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Tens a chave? (Poema de Tereza Rodrigues)

Me fez refletir...>> Estou de volta!> E como amo ler...como amo escrever...> Melhor ainda perceber o AMOR por essa arte...esse ofício...o nome que queira> dar..> Eu, agora, a nomeio de CHAVE...> Aquela que vai abrindo tantas portas..> E esse poema me "tirou do lugar"...> Estou exatamente com a "chave na mão"...> Mas há alguns querendo...insistindo em tirá-la da minha mão..> Eles não percebem quantas portas estão prestes a se abrirem...> Que pena!> Mas não a entregarei assim tão fácil...> Abraço!